novo para vender velho…trash

11 01 2010

Em aproximadamente 08 anos de existência a festa Trash 80´s de São Paulo reúne um publico seletivo atraído pelo ambiente maduro e a musica saudosista, tornando-se assim, uma opção atraente para os trintões e quarentões que até então procuravam por diversão interessante nas noites paulistas… + inf.: “a festa”.

Mas o que chama a atenção é a quantidade de adeptos que a organização vem conquistando de 03 anos para cá, crescendo ao ponto de remanejar ações de planejamento de eventos e espaços para alocar as festas. Certamente, três motivos são os principais responsáveis por este crescimento avassalador…

1-Diversidade de publico (divulgação para GLSs)

2-Marketing e Comunicação P2P (Pessoa-Pessoa)

3-Tecnologia

Percebe-se que não há um web-design por traz dos projetos da Trash, pois as homes e os perfis são escandalosos,  com muito lilás, rosa e flu-flus… o que reforça a idéia de uma divulgação voltada para o publico gls, mas que precisa melhorar. Já o Marketing P2P já faz muito sucesso e independente das ações da organização leva gente nova aos eventos. Agora o que realmente faz a diferença é o investimento em redes sociais.. A Trash está presente em todas de maior relevância (twitando,blogando, youtubando, orkutando, blipando e tudo mais que é ando…rsrs) e com isso consegue um marketing viral capaz de atingir muitos  admiradores  do tema e curiosos conectados… vamos ajudá-los com isso, rsrs…

http://www.youtube.com/trash80s

http://blip.fm/trash80s

http://www.facebook.com/trash80s

http://www.flickr.com/photos/trash80s/

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=30623

http://twitter.com/trash80s

Ainda abusando da tecnologia para vender o passado, a Trash já colocou sua rádio digital no ar com os playlists das festas e provavelmente vai prepara uma locução ao vivo em pouco tempo.  Espero que seja um perfil completo, ou seja, locução no formato anos 80!





This Is It – por msoma

6 11 2009

Em “visões da vida aos 40” , o descontraído blog onde Mario Soma (msoma) escreve sobre percepções em suas raras horas de lazer, li o post sobre sua experiência em assistir o “show”. De tão legal, pedi permissão para replicar… aí vai:

a minha melhor poltrona para um show

Faz alguns anos que eu desisti de ir a shows. Filas, trânsito, atrasos, tumulto e tudo aquilo que, coincidentemente, foi incorporado no meu cotidiano, me afastaram da noite e me levaram a buscar o tão escasso sossego. Mas nem tudo está perdido. O saudoso sentimento voltou com o filme “This Is It“, de  Michael Jackson.Michael This Is It
Não foram as campanhas publicitárias e nem o sucesso estrondoso de bilheteria na primeira semana do filme que me fizeram sentar na melhor poltrona do show (minha opinião). Já tinha assistido Bastardos Inglórios, o Desinformante e Amantes, entre outros atraentes filmes em cartaz nos cinemas de São Paulo. E aí me restou ver o astro pop, por exclusão.

“This Is It” mostra um Michael Jackson como eu nunca tinha visto. Líder, detalhista, carismático, religioso e extremamente profissional. Aquele perfil de pop star conhecido alternadamente por sucesso e escândalos, polêmicas cirurgias plásticas, além de comportamentos estranhos e estravagantes, praticamente passa desabercebido no filme.
Me lembro bem, ainda na juventude, como a música Don’t Stop ‘Til You Get Enough, tocava repetidas vezes num programa semanal de videoclips na TV Cultura, na década de 80. Época em que os canais de televisão se resumiam a meia dúzia. Além disso, todas as minhas fitas cassetes tinham gravadas, obrigatoriamente, o hit Billie Jean, do álbum Triller. Isso a gente nunca esquece, certo? Mas assim também ocorre com as más recordações que ganharam as manchetes nos anos subsequentes.

Pelo fato de “This Is It” misturar ensaios, entrevistas e músicas com novas versões e arranjos, o filme me trouxe algumas boas recordações e surpresas. No final da sessão, por entender que o show foi produzido com altíssima qualidade, inerente ao (novo) Michael, mas não apresentado em turnê ao vivo, fiquei feliz com os registros que farão parte do perfil imortalizado do cantor e equipe para as próximas gerações.





#meupassadomecondena

3 08 2009
Upload feito originalmente por mariosomajr

Bons tempos… 1988 e @msoma no comando da pista no Reggae Night… Uma das principais casas de São Paulo que mesmo com a carência de ambiêntes apropriados para os residentes, já dava exemplos de tecnologia usando ícones como Koss, Numark e Technics.
Na foto original, postada no flicker ainda dá pra ver os 12″ colocados estrategicamente ao chão…rsrs, receiver de back up  e também não posso dexar de mencionar o look do Mario… Quem se lembra do coletinho por cima da camisa e da calça bag ???

Éééé….Senhores…. 1988…

Algumas que rolavam por lá…

UB40

Terence Trent D`arby

Pra relembrar…

Mais:

http://migre.me/4AwC

Mario, Parabéns por ter feito parte desta boa história !





12” top of mind – “Hip Hop – Rap”

24 07 2009

Oi pessoal, me desculpem pela ausência. O meu trabalho está sugando meus poucos minutos de vida pós Jobs… Mas vamos ao que interessa…

Procurando algo de interessante para blogar, neste final de semana fiz uma faxina na prateleira dos anos 90. Vasculhando entre os bolachas, eu procurava um som bacana, de sucesso nas pistas ou desgastados pelas rádios da época (89 fm , JP2, Band FM). Como tenho grande paixão pelo “lado B”, nada me chamou a atenção. Assim, depois de 10 espirros seguidos e mãos cheias de pó, fiz um “uni duni te” e puxei um 12” que não tive com resistir… liguei a MK, sentei na banqueta e ouvi do primeiro estalo até o ranger da agulha sem encostar o dedo.

Erick BLadies and gentlemans, Eric B & RaKim – Paid in Full…

Hip-hop sim senhor… Muitos acreditam ter sido o principal “rap act” da história.

Eles faziam tudo… criação, produção, edição, mixagem e bla bla… Rakim deu espaço para sua imaginação e com isso conseguiu o ápice em suas letras levando os fãs a loucura e Eric colocou em pratica toda experiência de DJ e editor. Com uma mãozinha de Derek B e samples de James Brown, não podia ser diferente… Explosão mundial…

Com os seus grandes pares de tênis, pulseiras e medalhas pesadas, Eric Barrier (NY) e William Griffin (LI) conseguiram o “top five R&B hit” durante o ano de 1989 inteiro com este 12” lançado pela Fourth & Broadway e pela MCA Records.

O mais legal… este eu não comprei…

1992, domingo chuvoso… fui pra New Night (Tatuapé). Aproveitando o passe livre conquistado pela amizade, explorei o case da cabine e vi 04 exemplares do vinil. Meio “chapado” de altos drinks, perguntei pro DJ residente se era para sorteio… Sim, ele disse… Mas fala com Zeca (proprietário da casa)…de repente ele te da um… ta chegando mais 04 amanha, por que a gravadora vai lançar o LP no Brasil e veio fazer o “Jabá”.Erick B2

Nem pensei…. peguei… levei… Só depois liguei pro Zeca e contei que tinha afanado o “bolacha”.

Espero que tenham gostado de lembrar… Vejam os vídeos na pagina ao lado..

Joing the vibes…

O som:

http://migre.me/47hi

Mais:

http://migre.me/47j0





12″ top of mind “drum & bass”

14 04 2009

Pessoal,
Mais um “top” entre meus empoeirados… este nem tanto, pois faz apenas 14 anos..rsrs…to ficando velho mesmo!!!
Quem é ou quem foi do ramo, com certeza conheceu a “UP DANCE MUSIC”. Uma loja que funcionou por mais de uma década na consagrada galeria24Galeria da 24 de maio, no centro de Sampa. Em meados de 90 eu praticamente “batia cartão” no estabelecimento… um antro de perdição para os amantes de Rock & Roll, Tatoo e claro para nós Djs.

Lá trabalhava um tal de DJ Marky Mark… uma cara que gostava de musicas de bpm acima dos 150 e estimulava a vendas de discos do gênero. Até ser nomeado de Drum&Bass, o estilo passou por muitos rótulos…”Jungle”, “Underground”, Surbubain Music”, etc. mas o mais legal era ver a empolgação do Marky ao escutar um novo barulho e a vibração em convencer os compradores a levar algo mais que House ou Dance.

marky2A loja bombava de gente querendo ver os scratchs e viradas do DJ que viria a ser um dos mais conceituados do mundo… alias, antes de falar sobre o top of mind, deixa eu contar um pouco da história com o Marky, pois acho que ele vai gostar de lembrar esta passagem..
Fora a residência no NNC eu tinha uma “equipe de som” (saudosos amigos e sócios – Gil/Fabio e Peter), destas que faziam bailes de garagem e formaturas (1992)… Conheci o Marky nos bastidores da Toco Dance Club e combinamos de tocar juntos em uma das minhas festas, porem, pasmem, o cara não tinha carro e nem grana para o bus, assim eu teria que pega-lo em casa (Camgaiba), levá-lo para a festa (V.Granada) e após a apresentação levá-lo para a Toco (V.Matilde)… Fiz essa correria varias vezes e querem saber?…era muito bom!
Bom, daí foi fácil conseguir um play que não foi tão raro, mas na época muito disputado… A coletânea foi gravada na Breakdown Records e este volume conta com DJ Hype, Leviticus, Johnny Jungle e muito mais barulho. Produzido por Pascal Sponge o volume 01 tb é muito bom

A Capa:

drumbass21

 

 

 

 

O Som:

http://www.lastfm.com.br/music/DJ+Hype

Mais:

http://www.discogs.com/release/97952

Valeu…





I came back from the past

23 02 2009

Pessoal…

Depois de férias prá lá de prolongadas,  voltei com um post que será o primeiro de uma série nomeada  top of mind 12″, que vai nos ajudar a relembrar os principais hits lançados em 12″ nas décadas de 70, 80 e 90. Dentro de cada post imagens, capas, links para áudio, vídeos e nomes relevantes do circuito além da história por traz da conquista de cada vinyl… ééé… Naquela época estes discos eram disputados como grama de ouro em serra pelada. Alem do custo altíssimo, cerca de 40 a 60 dólares cada, a importação oficial sofria muitas barreiras e o jeitinho brasileiro da mochila resolvia parte dos problemas. A sacanagem é que poucos DJs da época tinham cacife para fazer as viagens e trazer os lançamentos dos USA, Canadá, Austrália, Alemanha, etc…Como conseqüência estes Djs, abriram suas lojas especializadas em 12″ e equipamentos importados.

Nomes como Iraí Campos, Carlo Dall Anese, Marky, Ricardo Guedes, Vadão, Akeen e outros foram os principais responsáveis pela expansão do mercado e vão aparecer como protagonistas dos apuros que passei para ter em casa um acervo de 350 discos de qualidade.

1irai

…e é claro, para deixar tudo isso bem compartilhado vou usar de toda tecnologia disponível em favor do passado…vamos lá???

top of mind 12″ – Liquid

Um amigo emprestou dinheiro aos gênios Eamon Downes e Shane Heneghan que chegaram ao mercado com o single “Sweet Harmony” em 1990, mas conquistaram o publico Europeu com a música “Time to get up” em 1993 quase que paralela a nossa “bola da vez” … Show me a sign…. um som muito limpo com poucas distorções e vocal suave, um legitimo house music. O som fez parte do Liquid EP lançado em 1991 e teve direito ao seu 12″ em 1992 pela XL Recordings e mixado por Ame and Jezz Wright nos estúdios da Blockhouse na Inglaterra.

Como eu consegui?

A musica ainda não tinha estourado no Brasil, mas os bons ouvidos e o feeling de Carlo Dall Anese , fundador da The B Side – Music Store, uma loja bacana montada no ABC de São Paulo, foram os motivos que me lavaram a guerra… Poucas unidades na loja… Pouco dinheiro naquela semana… A pista sedenta de novidades…

Usei minhas fichas… Eu havia feito um programa de rádio com o Dall Anese, o The B Side Traxx  na Metrô FM a umas duas semanas antes de o disco chegar…é nessa hora que o relacionamento se mostra como a única coisa em que a tecnologia tem poucos poderes… Pedi ao Carlo que guardasse uma unidade para que eu pudesse pagar na semana seguinte e ele respondeu com o ” fica tranqüilo brow”…no dia seguinte o play veio via motoboy e estava lá, comigo, quentinho para tocar na pista no New Night Club, casa em que eu era residente.

A capa:

liquid

O som:

Liquid – Show me a sign

Mais:

http://www.discogs.com/artist/Liquid

http://www.myspace.com/liquiduk


No próximo post a aventura barulhenta atrás de um drum & bass… Valeu!!!





Pool Web – anos 90 outra vez

13 11 2008

 

Essa é pra quem curtiu a época do “ah, eu tô maluco”, dos “caras pintadas”, ou ainda da “azaração”. Estas e outras gírias faziam parte não só do vocabulário, mas do conceito de vida e lazer dos jovens noventistas. Jovens que iniciaram grandes revoluções políticas, sociais e ambientais.

A década foi marcada por importantes e banais acontecimentos.

pool1Na política a instabilidade política com o confisco das poupanças com o Collor que depois seria derrubado pelo impeachment, em seguida o Itamar apontou o plano real criado e projetado por Fernando Henrique que se tornaria o presidente da estabilidade promissora que presenciamos anos depois.

Na tecnologia os anos noventa trouxeram a revolução e inovação de TI mais rápida da história, tornando-se acessível para níveis mais baixos da sociedade abusando da nano tecnologia. Vimos o celular começar no PT550 e acabar no Star TAC, vimos os PCs pularem de 486 para o Pentium III de 512, e tantas outras tecnologias que garantiram o destaque.

sao-paulo21No futebol o meu São Paulo, montou o maior time de sua história sob o comando de Telê e conquistou tudo que tinha direito, gerando uma nova geração de são paulinos para as próximas décadas. O Brasil foi Tetra em 94 e outras conquistas vieram em esportes olímpicos.

Pra quem quiser ver, ler e ouvir mais sobre a década eu separei vários links que estão no final do post. Fiquem a vontade…

Mas vamos para a nossa praia…

No meio da década as rádios do Brasil sofriam para alimentar os seus estilos, pois o publico se tornavam cada vez mais eclético… aquela história… quem curtia dance music também curtia pagode e axé. Com isso, emissoras como a Jovem Pan, Transamérica, 89 rock e outras, passavam maus bocados para ter a audiência mantendo-se fiel ao estilo.

Em 1995, indo contra a tendência nacional, a Pool FM entra no ar pela freqüência 95,3 trazendo um estilo musical jamais aceito pelas grandes. O projeto iniciado em 1985 por Neneto Camargo, Paulo Leme, Julinho Mazzei e Irai Campos, foi interrompido e retomado posteriormente alcançando altos níveis de audiência considerando o seu estilo, destinado a um publico muito específico, os DJs e amantes de boa musica (Black, Funk-Soul, Jazz) uma verdadeira revolução na FM da época.

O mercado continuou batendo e apesar do sucesso a Pool não resistiu ao formato convencional e encerrou suas atividades.

poll2

Mas graças à tecnologia que continua beneficiando o passado, a Pool está de volta!!!  Agora a plataforma é a web e o time que comanda a programação e o microfone é formado por feras como Beto Keller, Douglas Polato, Akeen, Uncle Helmer e até Celso Portiolli. O mais importante é que a qualidade da programação continua muito boa e o site esta ficando repleto de bom conteúdo.

Veja o próprio Julinho contando a história e o resultado mais importante gerado pela iniciativa:

 

 

 

Gosta de boa música?

Ouça… Pool Web Rádio !

 

Conforme prometido…

a)Silvio Essinger : Almanaque

b)Site Nostalgico : Kazulo

c)Coisas legais : Quem matou a tangerina?

d)Roupas e Moda : Moda blogs

e)Blog especializado : Você se lembra?

f)Video Retrospectiva : Youtube





Djs… quem começou?

23 10 2008

 

Comecei a ouvir música e acompanhar rádios com 12 anos. Isso em meados de 1986 e apesar da pouca idade tive o prazer de ouvir locuções de Julinho Mazzei, Tuta Aquino entre outros, considerados os pais de todos os DJs brasileiros.

Vasculhando a web (mais uma vez usando a tecnologia a favor do passado) encontrei um material espetacular com vídeos entrevistas e links que achei “necessário” compartilhar com vocês.

Histórias do início da profissão do tempo que editar musicas e programas eram necessários 01 – Gilete / 01 – Régua / 01- Fita Adesiva e 01- Tape de Rolo, onde o programa top do país tinha o nome de “The Big Apple Show”, onde a casa noturna que mais bombava no mundo era a Studio 54 e para mixar usava-se um Quazar.  Um material que muitos “DJs 20ões” não fazem a mínima idéia do que seja.

 

Por Tuta Aquino: “Um remix pode, simplesmente, definir uma versão alternativa da mixagem final de uma música ou algo bem mais elaborado, envolvendo produção adicional e regravação de vários dos elementos musicais originais.Esta técnica foi difundida no final dos anos 70 no auge da era “disco”. Algumas gravadoras/selos que atuavam, exclusivamente, nessa área de música (para se dançar nas discotecas) começaram a perceber que os DJs muitas vezes estendiam o tempo de duração de um grande sucesso utilizando dois discos iguais. Imediatamente começaram a exigir que os produtores fizessem mixagens alternativas valorizando e estendendo as partes mais rítmicas e percussivas das canções. Eles utilizavam os “mutes/cuts” das mesas e técnicas de edição, mas sempre trabalhando com a instrumentação original daquela música. Estas versões (que podiam ter até mais que 10 minutos de duração) eram lançadas como “singles” (os nossos compactos) em discos de vinil de 12 polegadas contendo a versão estendida de um lado e uma versão instrumental no outro”

Estes grandes nomes da história da musica no Brasil, estão em plena atividade explorando seus talentos em vinhetas, produções, selos, equipamentos e blábláblá… uma situação confortável dentro do cenário atual merecendo todo o prestigio conquistado.

Não vou estender porque o material encontrado foi produzido por ninguém menos que Walter Bernaca e Alex Hunt, veiculado pela web na Rádio DJ entre outras e está muito rico em detalhes com entrevistas e textos muito bem feitos.

 

Deus abençoe a Internet!

 

Você DJ, que começou com CD e muita informação disponível, entre nos links, assista o material e fique por dentro do mundo dos culpados por você existir.(Iraí Campos / Julinho Mazzei / Ricardo Guedes / Grego / Tuta Aquino)

 

http://www.radiodj.com.br/programas/djhistory/3645.aspx

http://www.blogdolampadinha.com.br/?p=740

http://www.djalexhunt.com/index2.html

 

 

 

Impressionante !!!

 

 

 

 





pobreza X natalidade “blog action day”

15 10 2008

 

Por tratar-se de um assunto que realmente me incomoda e revolta, no post de hoje vou sair um pouco do tema para abordar e apoiar o movimento do “Blog Action Day”… “ a pobreza “.

Entre minhas poucas palavras coloquei algumas imagens que descreveram a situação em meados dos anos 80 e 90, assim podemos perceber que poucas mudanças aconteceram e a insuficiência dos investimentos feitos até agora.

Muitas personalidades apontam soluções praticas e únicas para o combate a pobreza, como:

A Educação quebra o ciclo da pobreza”…por John Wood, ex executivo da Microsoft que agora implanta bibliotecas pelo mundo.

“...é básico, depende da recuperação ambiental e Agroecologia” …por Ana Primavesi, agronomista austríaca, que falava em agronomia na década de 40.

Talvez, devido a uma busca mal feita ou falta de tempo, perambulei pesquisando a blogosfera a fora e não vi ninguém linkando o controle de natalidade a pobreza… Em uma opinião restrita, o mundo precisa de pessoas para buscar o crescimento e desenvolvimento, é verdade…, porém a Terra não estava preparada para receber tantas pessoas ao mesmo tempo. O crescimento, para ser sustentável precisa ser equilibrado só assim a raça humana poderá ter a sua existência prolongada. A pobreza no mundo está ligada, é claro, a várias questões políticas, econômicas, sociais, etc., mas os que são classificados pela sociedade como pobres (adultos) não se preocupam com a sua fragilidade das necessidades básicas ou financeiras na hora de ter mais um filho e o filho mais velho não se preocupa em ter o seu. Assim a família aumenta o seu risco, pois até que o filho se socialize e traga renda para o sustento, as necessidades básicas já estarão sacrificadas.

A distribuição de renda é um processo muito demorado e em países de baixa expectativa educacional como o nosso ela tende a ser mais lenta ainda.

Alguns dados:

Wikipédia: “O Banco Mundial define a pobreza extrema como viver com menos de 1 dólar por dia (PPP) e pobreza moderada como viver com entre 1 e 2 dólares por dia. Estima-se que 1 bilhão e 100 milhões de pessoas a nível mundial tenham níveis de consumo inferiores a 1 dólar por dia e que 2 bilhões e 700 milhões tenham um nível inferior a 2 dólares”.

Controle de natalidade é conciência e está acima de bases educacionais.





retrô é com eles…

10 10 2008

Paulo Victor e Fernando Braga abusam da tecnologia em favor do passado em “momentoretro.com.br” , um blog criado por eles para trazer o passado ao presente.

Basicamente movido a podcasts, a interface traz programas que apresentam trilhas sonoras de filmes, desenhos e novelas dos anos 70,80 e 90 com um clima jornalístico e bem humorado.

A cada post um momento retrô diferente com muita informação sobre o material selecionado… Eles se lembram de coisas como Barpapa, Agente86, Trovão Azul, Pornochanchada, Bozo e muitas outras coisas.

Ouvindo um dos episódios, que na minha opinião merecem um pouquinho mais de qualidade… colocando BG e efeitos sonoros, nostalgiei sobre o desenho Barpapa, um dos meus preferidos que só agora fiquei sabendo que era uma produção francesa sem expressão em sua terra natal. Os arquivos são produzidos em mp3 e ficam disponiveis no blog e no 4shared.

Bom… eu já fiz o RSS e o subscribe via iTunes… Ufa! Quanta tecnologia para relembrar o passado, rsrsr.